São Gaspar de Búfalo, anjo da paz
Quarteroni. Foi companheiro de Vicente Strambi nas missões, o qual o definia
como “terremoto espiritual”. O povo o chamava de “anjo da paz”, devido suas
pregações serem pacíficas e caridosas. Com estas armas da paz e da caridade
conseguiu conter os bandidos que proliferavam nas periferias de Roma.
O Papa Leão XII recorreu a Gaspar de Búfalo devido a proliferação do banditismo, o qual, conseguiu
amansar os mais temíveis bandidos. O Papa João XXIII definiu-lhe como: “Glória toda resplandecente
do clero romano, verdadeiro e maior apóstolo da devoção ao Preciosíssimo Sangue de Jesus no
mundo”. Em 1810, uma piedosa religiosa dizia que surgiria um zeloso sacerdote que sacudiria o povo
da sua indiferença, mediante a propagação da devoção ao Precioso Sangue de Cristo. Naquele ano
Gaspar de Búfalo, com dois anos de sacerdócio, tinha sido preso por ter rejeitado o juramento de
fidelidade a Napoleão. Libertado do cárcere, após a queda de Napoleão, Gaspar recebeu de Pio VII a
incumbência de se dedicar às missões populares pela restauração religiosa e moral do Estado
Pontifício. Ele empreendeu essa nova cruzada em nome do Precioso Sangue de Jesus, tornando-se o
ardoroso apóstolo desta devoção.
Faleceu em Roma a 28 de dezembro de 1837, em um quarto em cima do Teatro Marcelo, São Vicente
Palloti, seu contemporâneo, teve a visão de sua alma que subia ao encontro de Cristo, como uma
estrela luminosa. A fama de sua santidade não demorou a atingir o mundo todo. Beatificado em 1904,
foi canonizado por Pio XII em 1954.
São Gaspar de Búfalo, rogai por nós!

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