Senhor, dá-me desta água
Quem neste mundo de Deus já teve muita sede e desejou tomar um copo d’água? É bom beber esse líquido da vida; além de saciar a nossa sede, é sinal de bênção. Precisamos dele não somente para beber, mas para tantas outras necessidades fundamentais para nossa existência.
Jesus, certo dia, fatigado da viagem, encontrava-se com muita sede, e sentou-se à beira do poço de Jacó. Chegando uma mulher samaritana para buscar água nesse local, o Senhor pediu-lhe água, pois, estava sedento. Depois de uma longa conversa com a samaritana, Jesus prometeu-lhe uma água viva, e disse-lhe que quem bebesse desta água, jamais teria sede. Ela respondeu imediatamente:
“Senhor, dá-me desta água, para que eu já não tenha sede nem venha aqui tirá-la” (João 4:15).
O pedido dessa mulher é, na verdade, o pedido de muita gente. Jesus é esta Água Viva e todo aquele que beber dessa fonte jamais terá sede. No dia de hoje tenha um coração aberto e permita que Cristo possa saciar a sede de sua alma.
Jesus quer estar ao seu lado, como esteve ao lado daquela mulher, pois Ele não quer somente lhe dar uma água nova, mas quer lhe dar uma vida nova e plena, para que você tenha vida em abundância!
Jesus, eu confio em Vós!

Hoje, lembramos São José Benedito Cottolengo que nasceu em Bra, na Itália, onde desde de pequeno demonstrou-se inclinado à caridade. Com o passar do tempo e trabalho com sua vocação, tornou-se um sacerdote dos desprotegidos na diocese de Turim.
Neste dia, celebramos a vida de uma das mulheres que marcaram profundamente a história da Igreja: Santa Catarina de Sena. Reconhecida como Doutora da Igreja, era de uma enorme e pobre família de Sena, na Itália, onde nasceu em 1347.
Neste dia, nós contemplamos o fiel testemunho de Luís que, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida.
Com muito carinho e devoção lembramos - neste dia - da santidade de vida de Santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Nascida em Lucca (Itália), no ano de 1218, em uma família pobre e camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da vida em Deus.
Pascásio Radbert foi personagem considerável no seu tempo. Os historiadores da Teologia continuam a mencionar a teoria que ele imaginou para "esclarecer" o mistério da presença de Jesus no Santíssimo Sacramento. Como diplomata, viajou muito entre 822 e 834, para solucionar questões da Igreja e tentar apaziguar os conflitos que punham em campo os sucessores de Carlos Magno.

Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de origem e de uma família tão cristã que sempre acolheu aos primeiros cristãos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembléia a orar" (Atos 12,12). 

O santo de hoje nasceu em Sigmaringa (Alemanha) no século XVI. Seu nome de batismo era Marcos Rei. Era dotado de grande habilidade com os estudos. Marcos era um cristão católico, tornando-se mais tarde um conhecido filósofo e advogado. Porém, havia um chamado que o inquietava: a consagração total a Deus, a vida no ministério sacerdotal. 

Conhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Nasceu no Egito no século V, e com apenas 12 anos tomou a decisão de sair de casa, em busca dos prazeres da vida. Providencialmente, conheceu um grupo de cristãos peregrinos que ia para o Santo Sepulcro, e os acompanhou, apenas movida pelo interesse no passeio.